Neste mês de férias eu li um livro muito legal chamado “Muito longe de casa - Ishmael Beah”. Mostram trezentas mil crianças-soldado, lavagem cerebral, entorpecentes, abusos dos senhores da guerra, morte. Uma realidade onde muitas hoje ainda sofrem com as conseqüências. Após passar a infância e a adolescência na roda-viva da guerra, ele que é Fã de hip hop e de boa literatura, Ishmael Beah, foi reabilitado pela UNICEF e teve a chance de contar o que qualquer ficção jamais conseguiria recriar. Uma narrativa convincente, de linguagem bem acabada da visão do inferno, por quem esteve lá e conseguiu sair com vida. Livro bastante interessante, e eu deixo a dica: Vale a pena ler.
“A vida é como uma caixa de bombons; você nunca sabe o que vai encontrar dentro”. Frase que ilustra bem o filme “Forrest Gump – O contador de Histórias”. Ninguém esperava que em 1994 (mesmo ano do meu nascimento) fosse estrear um filme de tamanha qualidade e impacto como este. Direção: Robert Zemeckis.
O filme retrata a vida de um homem que leva o mesmo nome do título: Forrest Gump.
Não simplesmente a vida dele, mas o filme retrata a vida dele sob o olhar dele, ao passar pelas mais diversas situações da vida pessoal e da história norte-americana, ao longo das décadas, de 50, 60, 70 e começo de 80. Tudo contado pelo próprio personagem, sentado em um banco de uma estação, para quem quer que esteja sentado ao seu lado, enquanto espera um ônibus para ir visitar a sua amada amiga Jenny. Ele tem uma visão muito ingênua, pura como de uma criança, sobre as coisas e as pessoas. Com isso, ele vai interagindo com o mundo, participando dos maiores eventos históricos, “como que por acaso”. Desde ser herói da Guerra do Vietnã; inspirar a música “Imagine” de John Lennon; Conheceu diversos presidentes (excelente montagem e efeitos especiais! Parece que de fato ele foi filmado com essas personalidades) por seus atos de bravura que, claro, na opinião dele foi tudo “como que por acaso”, “sem nenhum motivo especial”. E assim por diante. Todas essas “coincidências” tiram boas gargalhadas do público. O filme antes de qualquer coisa mostra sempre a visão dos personagens sobre o que está acontecendo naquele momento, especialmente com Forrest. Dessa forma faz com que o público se emocione com cada cena, e o faz pensar sobre o que e quem é importante na vida.
O filme retrata a vida de um homem que leva o mesmo nome do título: Forrest Gump.
Não simplesmente a vida dele, mas o filme retrata a vida dele sob o olhar dele, ao passar pelas mais diversas situações da vida pessoal e da história norte-americana, ao longo das décadas, de 50, 60, 70 e começo de 80. Tudo contado pelo próprio personagem, sentado em um banco de uma estação, para quem quer que esteja sentado ao seu lado, enquanto espera um ônibus para ir visitar a sua amada amiga Jenny. Ele tem uma visão muito ingênua, pura como de uma criança, sobre as coisas e as pessoas. Com isso, ele vai interagindo com o mundo, participando dos maiores eventos históricos, “como que por acaso”. Desde ser herói da Guerra do Vietnã; inspirar a música “Imagine” de John Lennon; Conheceu diversos presidentes (excelente montagem e efeitos especiais! Parece que de fato ele foi filmado com essas personalidades) por seus atos de bravura que, claro, na opinião dele foi tudo “como que por acaso”, “sem nenhum motivo especial”. E assim por diante. Todas essas “coincidências” tiram boas gargalhadas do público. O filme antes de qualquer coisa mostra sempre a visão dos personagens sobre o que está acontecendo naquele momento, especialmente com Forrest. Dessa forma faz com que o público se emocione com cada cena, e o faz pensar sobre o que e quem é importante na vida.

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